quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Homenagem ao Cazuza

Ele também não acreditava na felicidade,até que um dia descobriu que poderia abrir as azas e voar...
e foi descobrindo um mundo pintado com as cores do arco-íris...onde o homem não sabia o significado da palavra consequência,onde o mundo era só uma roda gigante rodando,ou não...pudera ser.
Quisera eu,ser feliz um dia para poder dizer que aprendi a viver,no mundo onde fui mais que um poeta exagerado,fui um transeunte abandonado.
Quero colo,pois então fugi de casa.Não tenho pai,nem mãe,nem amigos e nem irmãos.
Sou um inoscente que só tem sonhos,e sede de amor e de cachaça.
Aquela lua cheia viu,e as estrelas contaram ao mundo o meu segredo,enquanto eu as contava e cantava desesperado,procurando uma luz no fim do túnel dos infortunados,querendo matar minha sede,me afoguei no lago dos desamparados.
Lutei contra meu próprio pesadelo,que depois de um tempo pode ser tornar uma glória.
Corri contra o tempo e cansei,enfim pude ver o sorriso no rosto de minha mãe enquanto rasgava as roupas de meu pai.
Oh amor,pudera eu ser feito de ferro,mas não fui...Não quis enferrujar-me.
Portanto agora,só restou palavras para expressar-me...
Esrou morrendo,e eu vi a cara da morte e ela estava viva,pois eu não entendi.
Minha opção sexual independe da tua opinião,e posso dizer que sim,fui feliz e vivi o tempo necessário.
Deixo saudade e lágrimas aos desesperados,lutem por uma ideologia,talvez até uma magia,amor,pois não morri com idade de Cristo.Mas morri e o tempo me enfraqueceu enquanto eu estava forte.
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo,o mudou e foi feliz assim e morreu assim...
o poeta exagerado dos anos 80
Cazuza.

04/04/58 - 07/07/90

Lembrando Cazuza,um filho da música

Se o tempo párasse pra nós dois,
talvez pudessem notar,
que as nuvens não se movem
elas não saem do lugar.
As flores brotam no meu jardim,
mas murcham e vão ao chão
só eu não percebi,que o hoje virou ontem
levando passos de ante-mão
Se o tempo párasse pra nós dois,
se o tempo párasse,eu...
poderia correr,poderia...
Eu me jogo na cama,e escuto Cazuza
eu sou uma Fênix,
um pássaro feito de cinzas
Meus olhos ardem,quero correr de novo
Se o tempo párasse,párasse eu correria
eu até imitaria,uma música...

O tempo não pára,não pára não,não pára.

Um comentário:

  1. Parabéns Pela Homenagem a esse grande poeta..
    Gostei do seu blog e seguirei ele...
    Depois da uma olhadinha no meu blog..e se possível ajude-me a divulgá-lo..
    Novamente lhe parabenizo pelas belas palavras!!!
    Cazuza Daqui até a eternidade!!!

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